Conspiração.
Aguardemos a resposta...
Visto de Inglaterra aqui e aqui
Olhar espanhol e outro
Na França...
E já agora na Alemanhã.
E na Irlanda
Ser-se primeiro-ministro pela "porta-do-cavalo"!
Pedro Santana Lopes (PSL) nunca ganhou eleições para ser Presidente do Partido Social Democrata (PSD), mas também não é agora que as vai ter que ganhar, para ser o futuro primeiro-ministro de Portugal!
Confesso que não percebo este tipo de acontecimentos, numa democracia que se quer praticar "à séria".
Se nos lembrar-mos bem, Durão Barroso (DB) já tinha sucumbido, em parte, às teses populistas do actual Presidente da Câmara de Lisboa, aquando da recente substituição de alguns ministros e secretários de Estado, mas agora, com a Presidência da Comissão Europeia à vista, DB despede-se em plena festa futebolística, para acautelar futuras derrotas, e entrega de mão beijada, todo o poder ao "Nacional Populismo" de PSL e Paulo Portas.
É caso para dizer, que se vão cumprir os mais baixos desígnios da Nação. E isto, sem que, até agora, se tenha visto alguma reacção condigna, por parte dos sociais-democratas "resistentes" que ainda "circulam" pelo PPD/PSD, e, não só...!
Está visto que, depois do Euro 2004, o país vai virar "folclore desafinado", qual fandango de 5ª escolha em que os pés saltam trocados!
É difícil perceber se, neste quadro anedótico, alguém ainda acredita que, recentemente, houve Eleições Europeias! É que se, porventura, alguém está a pensar que a coligação PSD/CDS-PP perdeu estas eleições, desenganem-se, porque nem sempre se faz o que o povo "diz", sendo que PSL se vai encarregar de demonstrar que o povo, ou não sabe o que quer, ou se enganou na expressão daquilo que, efectivamente, queria!
É assim...! Desculpem-me escrever com tanto sarcasmo, mas tudo isto é demasiado ridículo para ser verdade!
Ninguém se opõe a que o senhor se vá para Bruxelas. Eles querem-no podem lá ficar com ele,
mas como tudo parece indicar tentar-se ignorar uma expressão inequívoca do eleitorado votante,
e dar-se-lhes uma segunda oportunidade para continuarem a dirigir os destinos de uma Nação cujo povo maioritáriamente rejeita é no mínimo inaceitável, mesmo à luz do direito constitucional.